“Como aumentar a produtividade na organização, no trabalho e na rotina?” é uma das buscas mais frequentes no Google. Em empresas de qualquer porte, a produtividade tende a crescer quando processos ficam mais eficientes, previsíveis e mensuráveis. Isso ocorre porque o tempo deixa de ser consumido por tarefas manuais, retrabalho e aprovações sem rastreabilidade.

Na prática, a produtividade sofre quando atividades operacionais repetitivas ocupam horas do time. Faturamento, aprovações financeiras, controles internos e regras de negócio complexas ainda são executados manualmente em muitas empresas, o que eleva o custo operacional e reduz a capacidade de escala.

Uma estratégia consistente de Transformação Digital atua diretamente nesses gargalos ao estruturar processos, automatizar controles e dar visibilidade do desempenho em tempo real.

O que é produtividade e por que ela é importante

Produtividade pode ser entendida como a relação entre o que é produzido e os recursos utilizados para produzir. Na Wikiédia, por exemplo, a produtividade é basicamente definida "como a relação entre a produção e os factores de produção utilizados (...) Quanto maior for a relação entre a quantidade produzida por fatores utilizados maior é a produtividade."

No contexto empresarial, a implicação prática é direta: se a equipe gasta grande parte do expediente em tarefas manuais e repetitivas, a organização produz menos do que poderia com os mesmos recursos.

Como a transformação digital aumenta a produtividade

A Transformação Digital aplicada à produtividade costuma se materializar em três frentes que se complementam.

1) Fluxos de Processos (BPM)

Com fluxos de processos, torna-se viável implementar iniciativas de BPM (Business Process Management) em um ambiente desenhado para a realidade do negócio, com regras, etapas e responsáveis definidos.

Isso permite:

  • padronizar rotinas críticas (compras, pagamentos, faturamento, compliance);
  • reduzir dependência de controles paralelos (planilhas e e-mails);
  • ajustar processos conforme a operação evolui, sem recomeçar do zero.

2) Controles automatizados

Com digitalização e automação, controles deixam de depender de execução manual e passam a operar com regras e validações automáticas.

Exemplos de automação com impacto direto em produtividade:

  • aprovações por alçada e valor;
  • validação de limites e políticas internas;
  • auditoria de etapas e trilhas de decisão;
  • registro automático de prazos, responsáveis e pendências.

Esse tipo de controle melhora consistência das informações e reduz tempo gasto com conferência, correção e reprocessamento.

3) Informação em tempo real

Acesso a informação em tempo real entrega uma visão operacional confiável do que está acontecendo e do que está travado, com reflexo imediato em gestão e priorização.

Impactos práticos:

  • identificação rápida de filas e gargalos;
  • monitoramento de SLAs e prazos de aprovação;
  • tomada de decisão com base em dados operacionais atuais;
  • redução de esforço para gerar relatórios manuais.

Onde começar na sua organização

Um ponto de partida eficaz é mapear processos com maior volume, maior risco e maior tempo de ciclo (por exemplo: aprovações financeiras, faturamento, pagamentos e compliance). Em seguida, definir indicadores operacionais simples para medir ganhos: tempo de ciclo, taxa de retrabalho, SLA, custo por transação e volume processado por pessoa.